Ilha comprida recebe oficina de street art

Celso Gitahy - OficinaTrabalho da estudante Emy, feito durante oficina

Considerado um dos pioneiros da street art no Brasil e autor do livro O que é graffiti, da Coleção Primeiros Passos, o artista plástico Celso  Gitahy esteve na Ilha Comprida, onde ministrou oficina de street art noEspaço Cultural Plínio Marcos. Com muitas cores, sprays, arte e criatividade, a oficina encantou os 22 aprendizes que produziram trabalhos individuais em stencil.
Gitahy ensinou técnicas de composições, cores, formas, traços e pintura. Segundo ele, são as técnicas que irão diferenciar e valorizar os artistas de rua. Para Gitahy, astreet art  já viveu momentos difíceis nos anos 70 e 80, quando os aristas eram confundidos com pichadores, mas houve avanços nos anos 90 e, na atualidade, há reconhecimento e campo de trabalho promissor: “O momento é bacana,  há artistas bastante valorizados com trabalhos fora do país e que cobram alto pelo seu trabalho”.

Para ele, a grande contribuição da street art é seu caráter democrático  “É uma arte  feita para todas as pessoas, não é elitista, é para todo mundo ver. Você não precisa ir ao museu. Ela está nas ruas. É a inclusão do público“, afirmou. Valorizada, sua arte está em diversos países, sempre com sua assinatura tradicional – o desenho de uma pílula ou a TVnauta.

Veja imagens da oficina que o artista realizou no Rio de Janeiro
+CelsoGitahy

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